A primeira edição de Power Rangers: Green apresenta uma nova fase para Tommy Oliver, colocando o personagem em um futuro no qual ele se tornou o último Power Ranger da Terra. A história, publicada pela BOOM! Studios, também reformula a relação do personagem com a identidade que o acompanhou desde sua estreia na franquia.
Na trama, Tommy abandonou seu morfador e deixou para trás a vida como Ranger. Ele vive de maneira isolada, cultivando suas terras ao lado de sua filha, Mirella Vex, e de Alpha. Mesmo aposentado, porém, Tommy continua sendo o último Power Ranger.
A nova condição do personagem está diretamente ligada ao título apresentado na revista. Tommy deixa de ser definido apenas como o Ranger Verde e passa a ser tratado como o Último Ranger, em referência à sua posição como último representante dos Power Rangers naquele futuro.
A mudança, no entanto, não significa que Tommy tenha deixado de ser o Ranger Verde em toda a franquia. Trata-se de uma alteração específica da realidade apresentada em Power Rangers: Green, que acompanha uma versão mais velha do personagem e explora um futuro diferente para a franquia.
A situação muda quando um visitante inesperado do passado de Tommy aparece em sua casa e o desafia a assumir novamente o papel de herói. A partir daí, a história coloca em questão se ele voltará a empunhar seu morfador e reassumirá a identidade que marcou sua trajetória.
Interpretado originalmente por Jason David Frank, Tommy Oliver estreou em Mighty Morphin Power Rangers como o primeiro Ranger Verde e posteriormente também assumiu a identidade do Ranger Branco. O personagem se tornou uma das figuras centrais da franquia, passando por diferentes equipes e transformações ao longo dos anos.
Escrita por Paul Allor, com arte de Gustaffo Vargas e letras de Ed Dukeshire, Power Rangers: Green apresenta uma nova perspectiva sobre Tommy Oliver ao explorar sua vida após a aposentadoria e sua condição como o último Ranger em um mundo profundamente transformado.
Fonte: CBR
